Cooperativas de Transporte na contramão da crise

A capacidade das cooperativas de gerar trabalho, renda e inclusão socioeconômica está, cada vez mais, na pauta dos jornais brasileiros. No primeiro dia de 2018, por exemplo, o bom desempenho do Ramo Transporte foi destaque na coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo, uma das mais lidas do país e uma das mais respeitadas na editoria Empresas & Negócios.

A coluna destacou o crescimento do setor, o compartilhamento da frota, a representatividade e o motivo dessas cooperativas estarem na contramão da crise que afeta, dentre outras empresas, as transportadoras de cargas do país. E quem explicou tudo isso foi o coordenador nacional do Ramo Transporte, Abel Paré.

Leia, abaixo, a íntegra do texto publicado na coluna Mercado Aberto:

COOPERATIVAS DE TRANSPORTE DE CARGA

Desempenho estimado do setor

Faturamento em R$ bi: 6 (2016) e 6,8 (2017)​
Tamanho da Frota: 30.000 (2016) e 31.500 (2017)​​

FROTA MAIOR

A receita das cooperativas de transporte de carga deverá crescer 14,2% em 2017, segundo a OCB, que reúne as adeptas do modelo. ​A previsão também de alta no tamanho da frota (5%) e no volume de carga (3,5%). ​O crescimento é explicado por mudanças que tornaram os cooperados mais competitivos, entre elas a criação de uma central nacional de compras, que permite negociar preços mais baixos, afirma Abel Paré, da entidade.​ “Clientes buscaram reduzir perdas, mas também preços mais baixos. As cooperativas conseguiram ou mantê-los, ou sofrer menos que os autônomos”, diz ele.

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