Mercado Cooperativo: Mais de 30% dos taxistas do Rio trabalham 7 dias por semana

Isto é o que mostrou o “Diagnóstico da oferta e demanda por táxi no município do Rio de Janeiro”, encomendado pelo Sistema OCB/Sescoop-RJ, feito por técnicos da Coppe/UFRJ e divulgado na última sexta-feira, 1º de dezembro, em evento realizado no Novotel Santos Dumont, com a presença de taxistas de diversas cooperativas e representantes da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Para o levantamento, foram entrevistados 1.074 profissionais. Os números, de acordo com Marcelino Aurélio, coordenador do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, dão um panorama completo da atual realidade da categoria. “Esta é a primeira vez que se tem uma visão completa dos táxis. Os números serão importantes para que a Prefeitura e outros órgãos possam planejar de forma mais precisa a categoria”, disse.

Outros números foram levantados a partir das pesquisas: 67% dos profissionais têm entre 36 e 55 anos de idade. Além disso, 37% têm até 10 anos de profissão. O total de corridas por dia também foi levantado. Segundo a pesquisa, 71% dos taxistas entrevistados fazem de 5 a 15 corridas diárias.

Cooperativas de transporte de cargas crescem 14% em 2017
As cooperativas de transporte de cargas encerram 2017 com resultados positivos. O ramo registrou um incremento médio de 14,2% no faturamento deste ano, e já projeta um incremento de 6,2% em 2018, com aumento de 22,7% nos resultados. A frota e o volume de carga também apresentaram crescimento em 2017, respectivamente, de 5% e 3,5%, atendendo, principalmente, os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.

Os bons resultados para as CTCs, mesmo após três anos de recessão do setor de transporte de cargas, são devido ao modelo de negócios em que o cooperativismo está inserido, promovendo a autogestão das empresas e o compartilhamento da estrutura entre as cooperativas.

Em 2016, o segmento foi responsável pela circulação de aproximadamente 428 milhões de toneladas de cargas, com uma movimentação econômica de R$ 6 bilhões por ano e importante papel para escoamento da produção, com uma frota de 30 mil veículos.

Primeira cooperativa de criptomoedas
A ARK Ecosystem acaba de ser incorporada à França como uma cooperativa societária (SCIC), com uma estrutura que corresponde às atividades de Blockchain. É a primeira desse tipo no universo das criptomoedas e um dos primeiros projetos de Blockchain a serem incorporados na União Europeia.

Todos os membros do SCIC são acionistas e pertencerão a uma das categorias legais: fundadores, conselheiros e empregados. A dinâmica de voto é: 1 acionista = 1 voto. A equipe da ARK, como detentores de ações iniciais, escolherá a Diretoria Executiva da entidade legal, o que permite que a empresa possa continuar com a atual estrutura de diretoria.

Este estabelecimento da SCIC na França não é o primeiro de seu tipo, porém ajudará a reforçar a credibilidade das criptomoedas no país, na União Européia e no resto do mundo. A movimentação da ARK na formação da SCIC atriu o interesse e o entusiasmo de algumas instituições reguladoras. Durante esse processo, a ARK foi convidada pela Autorité des Marchés Financiers, órgão regulador francês para os mercados financeiros, e pelo Banco Nacional da França para apresentar o projeto.

*A Coluna Mercado Cooperativo é publicada todas as quintas-feiras no jornal Monitor Mercantil. 

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