Espanha: cooperados veem como podem diversificar produção

cerezas(Valladolid – Espanha) Tirar proveito da forma mais eficaz possível a comercialização de cerejas através da cooperativa criada há um ano pelos produtores burgaleses focados seu deslocamento ao Vale Do Jerte, região localizada ao Norte da Província de Cáceres na Estremadura Espanhola. Segundo o técnico da Associação dos Produtores e Comerciantes “Las Caderechas” – titular das marcas de Garantia “Cerejas e Maças Reineta do Vale das Caderechas” -, José Ignácio Velasco, foram coletadas ideias de grande interesse para os membros do vale burgalês.

Ele explicou que “a Jerte cooperativa pertence à um grupo de cooperativas menores”. Por isso, foi corrigido o modo de abastecimento da principal distribuidora de cereja da Extremadura – uma das regiões menos conhecidas da Espanha, praticamente no meio do caminho entre Madri e a fronteira com Portugal, e conhecidas pelas famosas cerejas.

Segundo o técnico será necessário “adaptar o modelo às particularidades de Caderechas para vir mais facilmente aos mercados” e, assim, observou “a necessidade de mudar a abordagem da forma individual para o coletivo”.

Ainda segundo José Ignácio, os resultados da experiência Jerte têm mostrado “que uma maior eficiência econômica das explorações agrícolas é conseguido através da venda através de cooperativa”.

Durante a visita, os técnicos foram acompanhados por Emilio Sanchez, presidente da Associação das Cooperativas de Jerte -, que lhes mostrou o processo de triagem, calibragem e embalagem da cereja Jerte, atualmente em processo de coleta. Depois de aprender o lado comercial do vale, os fruticultores visitaram as plantações que mantêm diferenças dos Caderechas tradicionais, por exigir um processo mais complicado.

Menos rentabilidade

Esta campanha já dentro do canal pode incluir a comercialização de cereja cooperativa, como era a maçã Reineta, uma das variedades de maçã mais cultivadas em França, sempre disponível nos supermercados e mercearias nacionais.

A criação da CadeFruit tem sido a resposta dos produtores às causas que reduziram a rentabilidade das produções, tanto custos quanto por comercialização da fruta.  Consequentemente, a venda de cerejas e maçãs produzidas sob as garantias da cooperativa pode-se somar de forma geral com as demais variedades de frutas produzidas, que, em volume, não possuem canais de comercialização viáveis, apesar de terem um qualidade apreciada pelos consumidores.

Ele também defende a recuperação do antigo projeto dos produtores de aproveitar os canais de comercialização já estabelecidas nos últimos anos com produtos elaborados através das frutas colhidas. A intenção é aumentar a produção de Caderechiana frutas para manter a atividade em pequenas cidades ao longo do ano, especialmente entre a população feminina, que tem uma vasta experiência no processo de transformação de frutas tradicionais.

Logicamente, esta atividade resultará em aspecto socioeconômico do Vale, expandindo as oportunidades dos produtores de maximizar o lucro no mercado, criando ao mesmo tempo uma atividade industrial compatível com o modo de vida dos moradores.

Fonte: El Correo de Burgos

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