O perfil dos taxistas brasileiros

gráfico perfil taxistaAcaba de ser divulgada a Pesquisa CNT de Perfil dos Taxistas 2016, lançado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento foi realizado em novembro do ano passado com 1.001 profissionais em 12 estados. Para 62% dos taxistas brasileiros, ter autonomia para definir o horário de trabalho é um dos pontos positivos da profissão.

A demanda nos serviços em relação ao ano passado foi um dos assuntos em consenso. A maioria (94%) acredita que houve diminuição e 43% vêm a crise econômica como o motivo principal, enquanto 30% culpam o transporte clandestino pela queda nas demandas.

A pesquisa foi feita em locais de grande fluxo de taxistas, como aeroportos (20% da amostra), rodoviárias, estações de metrôs e trens (30%) e regiões centrais (50%).

Os profissionais responderam questões sobre o tempo ao volante, saúde, rotina de trabalho, segurança pública, entraves para conseguir licenças e concorrência com o Uber, entre outras.

Segundo Bruno Batista, diretor-executivo da CNT, a avaliação dos taxistas se altera quando estão localizados nas regiões onde o Uber opera – Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. “Para os que conhecem o serviço, 68% avaliaram que perderam clientes”, diz.

Sobre o aplicativo, 72% são contrários à legalização.O custo de manutenção do veículo foi outro fator comentado, além do gasto com combustível que chega a R$ 1.300 mensais.

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