Segurança e saúde no trabalho

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O engenheiro de segurança do trabalho e advogado especialista em questões trabalhistas, previdenciárias e ambientais, Derval de Oliveira, apresentou as obrigações e deveres do transporte alternativo no painel segurança e saúde no trabalho. “Vocês devem criar novas Leis para o transporte complementar. Estou comprometido com vocês. O sócio cooperado tem deveres legais e a nova Lei do cooperativismo de trabalho aumentou esses deveres. No entanto, na área de saúde e segurança do trabalho, os trabalhadores estão expostos diariamente a diversos fatores como ruídos, vibrações, radiação ionizante e calor, além do ritmo excessivo de trabalho e o assédio moral dos passageiros”, declarou.

O diretor da Fetransporte do Pará, Valdir Segundo, apresentou experiência no Estado do Pará. “Trouxemos a experiência do Pará onde houve a criação de um fundo para auxiliar as famílias de motoristas de vans mortos precocemente. No cooperativismo não existe representação por meio de mandatário e as viúvas ficam desamparadas sobrevivendo da ajuda dos cooperados”, declarou, sugerindo que seja criado no Rio de Janeiro um fundo como esse.

O presidente da Atac e Sinpetac da Bahia, Dagoberto Muniz, apresentou as lutas da categoria na Bahia. “O Estado vem brigando pela legalização do sistema. As empresas de ônibus estavam resistentes à nossa legalização. Houve apenas uma licitação e a licitadora foi impossibilitada de continuar a fazer a licitação. Por isso, é importante ter esses encontros para gente ver o que acontece em outros estados e chegar a um denominador comum agregando conhecimentos”, afirmou.

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